Há uma cidade na França, chamada Toulouse, conhecida pelos seus tijolos de terra rosados. Foi lá que nasceu Danielle Sewell. O seu pai, Alemão, e a sua mãe, Checo-austríaca, tinham-se mudado para lá.

Assim, apesar de viver num país francófono, ela aprendeu alemão desde muito jovem e, eventualmente, tornou-se a sua língua nativa, enquanto criança.

Contudo, quando entrou na pré-escola, o mundo dela mudou. Ela teve de aprender uma nova língua. “No começo, usava muito as mãos”, recorda Danielle. Mas após alguns meses falava francês fluentemente. “Deve ser verdade o que dizem; as crianças são como esponjas, elas “absorvem” (aprendem) muito rapidamente,” disse-nos.

Hoje, Danielle, que agora mora em Gers, no sudoeste da França, manteve o seu entusiasmo pelas línguas. Ela fala francês, inglês e alemão. Por isso, era natural que se tornasse uma tradutora. “A minha vocação sempre foi “mergulhar” em dicionários e brincar com as palavras, para encontrar a tradução exata para uma palavra, expressão, etc, em particular”, admite Danielle.

Ela começou a traduzir para a Unbabel em agosto 2015 e não parou desde então.

“Quando tenho tempo, gosto de fazer palavras cruzadas (em francês, inglês e, às vezes, alemão) e é, provavelmente, por isso que gosto de trabalhar com a Unbabel.” Para mim, o mundo da Unbabel baseia-se em resolver as palavras cruzadas universais que, combinadas com regras rígidas de qualidade para precisão, fluência e velocidade, tornam cada tarefa um verdadeiro desafio.”

Quando Danielle não está a trabalhar em traduções, adora fazer trabalhos artesanais e karaté. Apesar dela ter conseguido o seu cinto castanho em karate em junho passado, ainda admite que não ser nenhuma Chuck Norris. “Não me entendas mal, não sou nenhum Chuck Norris, mas propus-me esse desafio e estou particularmente orgulhosa desta conquista pessoal”, disse-nos ela.